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Sobre o evento

O Brasil é o país da transição energética. Com 85% de sua matriz elétrica e metade da sua matriz energética renováveis, é um dos países com o maior potencial para desenvolver uma economia de baixo carbono.

Porém, a manutenção do alto grau de renovabilidade de suas matrizes requererá um planejamento cuidadoso e altos investimentos em tecnologias com baixa emissão de carbono. O desafio é encontrar formas para acelerar essa transição de forma justa, permitindo o acesso às fontes renováveis para toda a população e setores econômicos, sem impactar de forma significativa o meio ambiente e a sociedade.

Dentro do processo de transição energética, o Brasil comprometeu-se a reduzir suas emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) pela metade até 2030 e neutralizá-las até 2050. E para que isso aconteça as seguintes questões precisarão ser endereçadas:

  • quais são as estratégias mais eficazes para aumentar a participação de fontes renováveis na geração de energia do país e quais as consequências da eletrificação dos transportes?
  • como melhorar a eficiência energética, desenvolver e implementar sistemas de armazenamento de energia eficientes e escaláveis para lidar com a intermitência das fontes renováveis?
  • quais são os impactos ambientais da transição energética e como garantir a proteção ambiental durante esse processo e como lidar com desafios socioeconômicos como a criação de empregos na indústria de energias renováveis e a mitigação de impactos nas comunidades dependentes de combustíveis fósseis?
  • quais políticas e incentivos são necessários para estimular o investimento em tecnologias limpas e sustentáveis no setor energético e como fortalecer a pesquisa e desenvolvimento nestas tecnologias?

Na outra ponta da cadeia de valor GTDC (Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização), voltamos o olhar para a sustentabilidade da distribuição de energia elétrica. 

São as distribuidoras, com suas redes de alta capilaridade, que permitem a integração de um vasto e diverso universo de consumidores e de recursos energéticos distribuídos que viabilizam tanto a exploração das sinergias quanto a confiabilidade esperada de uma operação integrada. São as distribuidoras que encabeçam a interação com os clientes, assegurando o recebimento das receitas de toda a cadeia produtiva.

Apesar de sua relevância para o país, as distribuidoras estão sob ameaça. Os desafios surgem de todos os lados: 

  • a forte expansão de recursos energéticos distribuídos requerer uma alteração de paradigma na forma que as redes de distribuição são estruturadas, operadas e remuneradas;
  • os problemas sociais associados às inúmeras áreas abandonadas pelo estado ao redor do país, onde a inadimplência e o furto de energia são endêmicos, desafiam a provisão dos serviços públicos; 
  • a gradual abertura do mercado exigirá adaptações e ajustes no arcabouço regulatório para assegurar a continuidade de um fornecimento de eletricidade seguro e confiável; e
  • a definição do equilíbrio desejado entre maior qualidade de serviço ou maior modicidade tarifária dada a diversidade de preferências de seus diferentes clientes.

Neste momento, em que concessionárias que servem cerca de dois terços do país estão no processo de renovação de suas concessões, cabe refletir qual é a moldura mais apropriada para enquadrar o serviço de distribuição de energia nas próximas décadas.

Participe do Brazil Energy Frontiers 2023 e explore conosco as novas fronteiras do setor elétrico que serão apresentadas e debatidas por especialistas internacionais e nacionais no dia 25 de outubro de 2023.

LOCAL: WINDSOR HOTEL

ENDEREÇO: SHN Q. 1 Conjunto A Bl. A – Asa Norte, Brasília – DF

Patrocinadores

Ouro

Prata

Bronze

Programação

Painel 01  (Manhã)Painel 02  (Tarde)
TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E DESCARBONIZAÇÃOSUSTENTABILIDADE DA DISTRIBUIÇÃO
Aceleração da transição energética;
• Regulamentação do mercado de carbono; e
• Neutralidade de carbono até 2050
Prorrogação de concessões de distribuição;
• Regulação da qualidade;
• Política para as perdas não técnicas; e
• Gestão e remuneração do risco de comercialização
  25 DE OUTUBRO
09:00 – 09:15 Abertura: Claudio J. D. Sales (Instituto Acende Brasil)
Painel I Transição Energética e Descarbonização
09:15 – 09:40 Contexto e Questões para Debate: Alexandre Uhlig (Instituto Acende Brasil) – BAIXE A APRESENTAÇÃO
09:40 – 10:25 Keynote Speaker – Emanuel Simon (Diretor da S&P Global) – BAIXE A APRESENTAÇÃO
10:25 – 11:40 Q&A Session
10:40 – 11:10 Intervalo
11:10 – 12:30 Painel de Debate:
Deputado Arnaldo Jardim (Deputado Federal, Cidadania-SP)
Márcia Massoti (Diretora de Sustentabilidade, Enel Brasil)
Rodrigo Rollemberg (Secretário de Economia Verde, Descarbonização e Bioindústria, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços)
– Stefania Relva (Consultora, Instituto E+ Transição Energética)
Eduardo Müller Monteiro ( Moderador, Instituto Acende Brasil)
Painel II Sustentabilidade da Distribuição
14:00 – 14:25 Contexto e Questões para Debate: Richard Hochstetler (Instituto Acende Brasil) – BAIXE A APRESENTAÇÃO
14:25 – 15:10 Keynote Speaker – Jerson Kelman (Ex-Aneel e Ex-ANA) – BAIXE A APRESENTAÇÃO
15:10 – 15:25 Q&A Session
15:25 – 15:55 Intervalo
16:00 – 17:20 Painel de Debate:
José Mario Abdo (Ex-Aneel e Consultor e Sócio Administrador da Abdo, Ellery & Associados.)
Leandro Caixeta Moreira (Assessor do Diretor-Geral, ANEEL)
Solange Ribeiro (Vice-Presidente, Neoenergia)
Ricardo Brandão (Diretor Executivo de Assuntos Regulatórios, Abradee )
Claudio J. D. Sales (Moderador, Instituto Acende Brasil)
17:20-17:25 Encerramento do Brazil Energy Frontiers 2023
   
   
   
   

Speakers e Debatedores

Painel I - TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E DESCARBONIZAÇÃO

Keynote Speaker

Emanuel Simon
Emanuel Simon é Diretor da equipe de Energia Elétrica na S&P Global Commodity Insights. Ele possui mais de 14 anos de experiência nos mercados de energia da América Latina, incluindo funções na área de engenharia e consultoria de mercado. Antes de ingressar na S&P Global, Simon trabalhou na Siemens Chemtech, onde atuou em diversos projetos de engenharia para a indústria de óleo e gás, eficiência energética e energia elétrica. Ele também ocupou o cargo de engenheiro de desenvolvimento de negócios, responsável por buscar novas iniciativas comerciais no portfólio de produtos e serviços da empresa. Simon possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestrado em Engenharia Industrial pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Debatedores

Deputado Arnaldo Jardim
Arnaldo Calil Pereira Jardim é um engenheiro civil e político brasileiro filiado ao Cidadania. Atualmente exerce seu quarto mandato de deputado federal por São Paulo, já tendo sido líder da bancada do partido. É presidente estadual do Cidadania e membro titular da Executiva Nacional e do Diretório Nacional do partido
Márcia Massotti
Formada em Economia pela PUC-RJ, com mestrado em Economia com ênfase em Finanças pelo IBMEC-RJ. Pós-graduada em Marketing pelo IAG PUC, em Empreendedorismo pela ESPM e em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral. Está no Grupo Enel há 18 anos e há oito como diretora da área de Sustentabilidade, sendo responsável pela implementação de toda estratégia de Sustentabilidade da Enel no Brasil. Anteriormente atuou no mercado financeiro e no setor de telecomunicações. Atuou de 2017 a 2023 como membro do Conselho de Administração da Rede Brasil do Pacto Global da ONU.
Rodrigo Rollemberg
Natural do Rio de Janeiro, Rollemberg é bacharel em História pela Universidade de Brasília (UnB) e servidor da carreira de Analista Legislativo do Senado Federal. Já foi deputado distrital nos anos de 1995 a 1998 (suplente) e de 1999 a 2002; deputado federal pelo Distrito Federal, de 2007 a 2011; senador pelo Distrito Federal, de 2011 a 2014; e governador do Distrito Federal, de 2015 e 2018. Ocupou ainda os cargos de secretário de Turismo, Lazer e Juventude do DF e de secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato do governo Lula. Foi presidente da Comissão de Meio Ambiente; Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle do Senado Federal, durante a votação do Código Florestal.
Stefania Relva
Doutora pelo Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas da POLI-USP (2021). Mestre pela mesma instituição (2016). Possui graduação em Engenharia Civil pela UNICAMP (2012). É uma das editoras do livro Energy Transition in Brazil (Editora Springer 2023), pesquisadora associada do Grupo de Energia do Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétrica da Univerisdade de São Paulo, professora convidada da Poli – USP, e consultora do Instituto E+ Transição Energética, trabalha com as temáticas: descarbonização da indústria e o papel do setor elétrico, indústria e mercado de hidrogênio no Brasil, manutenção do índice de renovabilidade da matriz elétrica.

Painel II - SUSTENTABILIDADE DA DISTRIBUIÇÃO

Keynote Speaker

Jerson Kelman
Jerson Kelman é engenheiro civil, mestre em hidráulica e Ph.D. em Hidrologia e Recursos Hídricos. Foi professor da COPPE-UFRJ por quase 50 anos e principal dirigente da ABRH, ANA, ANEEL, LIGHT, ENERSUL e SABESP. É membro dos conselhos de administração da EVOLTZ, IGUÁ e ORIZON; da Academia Nacional de Engenharia – ANE; de conselhos superiores de FIESP (COINFRA e CONDES). Foi membro dos conselhos da ENEVA, FEBRABAN, CNPE, CNRH, CONAMA, ELETROPAULO, SABESP, ONS, COSESP, ABENGOA, UNESCO-DELFT. É autor de dois livros, 67 capítulos/prefácios, 127 artigos científicos/técnicos e 264 artigos publicados em revistas/jornais influentes. Em 2003 recebeu o Prêmio King Hassan II.

Debatedores

José Mário Miranda Abdo
Consultor e sócio administrador da Abdo, Ellery & Associados. Membro do Comitê Diretor da Universidade de Brasília - UnB desde 2013. Engenheiro Eletricista e pós-graduado em Engenharia de Sistemas Elétricos pela UnB e Administrador de Empresas pelo Centro Universitário de Brasília - UniCeub. Foi o primeiro Diretor-Geral da Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL (1997 a 2004). Participou do Conselho Nacional de Política Energética - CNPE do Governo Federal (2001 a 2004). Foi Diretor do Departamento Nacional de Águas e Energia Elétrica - DNAEE (1996 e 1997). Coordenou a implantação e a estruturação organizacional e regimental da ANEEL quando da sua criação e participou ativamente da concepção dos modelos institucionais do setor elétrico brasileiro de 1998 e de 2003. Em FURNAS (5 anos) atuou na área de proteção, medição e controle dos sistemas elétricos e depois na ELETRONORTE (18 anos), sendo Superintendente da Expansão dos Sistemas Eletro-energéticos e atuando também nas áreas de projeto de sistemas elétricos. Foi Professor da UnB no Departamento de Engenharia Elétrica e Professor de Matemática do Colégio e do Cursinho Pré-Vestibular de Brasília e de Matemática Financeira no Centro de Treinamento do Ministério da Fazenda. Publicou mais de 40 artigos em jornais e revistas especializadas e ministrou várias palestras em seminários no Brasil e no exterior. Participou de 23 missões técnicas no exterior. Durante seus dois mandatos à frente da ANEEL recebeu 20 prêmios de reconhecimento público. Como pessoa pública, recebeu 19 condecorações e homenagens honoríficas. Participou de debates em mais de 50 Audiências Públicas no Congresso Nacional.
Leandro Caixeta Moreira
Assessor do Diretor-Geral da ANEEL, atua na ANEEL desde 2005, tendo passado pela fiscalização, regulação econômica e assessoria da Diretoria. Foi Subsecretário de Energia do Ministério da Economia. Possui graduação em Engenharia Elétrica, pós-graduação em Direito Regulatório da Energia Elétrica e Mestrado em Economia do Setor Público.
Ricardo Brandão
Diretor Executivo de Regulação da ABRADEE. Mestre em Direito pela Universidade de Stanford. Foi membro do Conselho de Administração da Eletrobras de 2019 a 2021 e Consultor Jurídico Geral da Eletrobras de 2018 a 2019. Assessor Especial do Ministro de Minas e Energia de 2017 a 2018. Procurador-Geral da ANEEL de 2012 a 2015 e Subprocurador-Geral de 2004 a 2010. Bacharel em Direito pela UnB. Especialista em Direito Regulatório de Energia Elétrica pela UnB. Pesquisador do Grupo de Estudos em Direito da Energia - GEEL/UnB. Professor convidado do MBA Executivo em Negócios do Setor Elétrico da FGV. Professor de cursos de Pós-Graduação em Direito Regulatório da UnB, do IDP e do UniCEUB.
Solange Ribeiro
Vice-Presidente da Neoenergia, Vice- Chair UN Global Compact Board. Presidente do Conselho de Administração do ONS e Vice-Presidente do Conselho de Administração da ABDIB, Conselheira do CEBDS e empresas da Neoenergia. Detém profundo conhecimento do setor elétrico e tem atuado ativamente em prol de uma agenda mais sustentável e inclusiva, que visa acelerar a ambição climática por meio da transição energética. Graduada em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Pernambuco, Mestre pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Foi pesquisadora visitante do “Centre of Environmental Technology” do “Imperial College of Science, Technology and Medicine”, Londres.

Público-Alvo:

  • Empresas do Setor Elétrico (Geradoras, Transmissoras, Distribuidoras e Comercializadoras)
  • Três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário)
  • Entidades Governamentais e Reguladores
  • Institutos e Centros de Pesquisa, Professores e Estudantes Universitários
  • Grandes Consumidores de Energia e Autoprodutores
  • Bancos de Investimentos e de Fomento, Agências Multilaterais e Seguradoras
  • Fornecedores de Equipamentos
  • Construtoras
  • Empresas de Consultoria
  • Escritórios de Advocacia

Patrocínio

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Edições anteriores

Brazil Energy Frontiers 2021

Nos próximos anos o setor elétrico passará por grandes transformações. A inserção crescente de geração distribuída, de veículos elétricos, de baterias e de equipamentos dotados de interconexão digital (“Internet das Coisas”) alterarão o perfil da produção e do consumo de energia elétrica. A ampliação da liberdade de escolha viabilizará uma crescente concorrência e inovação na comercialização de energia.

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Brazil Energy Frontiers 2019

Nos próximos anos o setor elétrico passará por grandes transformações. A inserção crescente de geração distribuída, de veículos elétricos, de baterias e de equipamentos dotados de interconexão digital (“Internet das Coisas”) alterarão o perfil da produção e do consumo de energia elétrica. A ampliação da liberdade de escolha viabilizará uma crescente concorrência e inovação na comercialização de energia.

Tais transformações exigirão mudanças em todos os elos da cadeia de valor do setor:

  • o padrão de operação horossazonal precisará ser incorporado ao planejamento da expansão em função do aumento de participação de fontes renováveis variáveis na matriz elétrica;
  • a capacidade de gerar energia de forma flexível, sob demanda, e de prestar serviços auxiliares tornar-se-á cada vez mais importante;
  • as redes de transmissão e distribuição terão que ser modernizadas para lidar com um padrão mais variável de fluxos elétricos;
  • as distribuidoras poderão assumir um papel cada vez mais importante na coordenação da operação local e como DSOs (Distribution System Operators); e
  • comercializadores e outros prestadores de serviços poderão oferecer uma gama de novos produtos e serviços ao consumidor final.

Na 5ª edição do Brazil Energy Frontiers foi abordados estas questões a partir de duas perspectivas.

No período da manhã foi examinado estes temas a partir do ponto de vista da oferta de energia, tratando de questões como:

  • Qual é a perspectiva para a expansão da geração centralizada?
  • Que tipo de geração será mais demandado neste novo contexto?
  • Quais adequações são necessárias nas redes de transmissão e distribuição para acomodar esta nova realidade?
  • Como o planejamento e operação precisam ser adaptados para lidar com esta nova configuração do sistema elétrico?
  • Quais são as adequações necessárias no mercado atacadista?

Já no período da tarde estes temas serão examinados sob a perspectiva dos consumidores de eletricidade. As inovações tecnológicas que possibilitam que o consumidor participe do mercado de energia de forma mais ativa – seja produzindo energia, seja gerenciando o seu consumo – e que originam uma série de reflexões:

  • Como serão os consumidores do futuro e como reagirão diante das novas opções de oferta e consumo?
  • Como a introdução da figura de prossumidor (consumidor que também produz eletricidade) alterará a dinâmica do setor?
  • Qual será o papel de cada um dos agentes (principalmente dos Distribuidores e dos Comercializadores) neste novo contexto?
  • Quais são as mudanças regulatórias que precisam ser feitas para se chegar ao futuro desejado?
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Brazil Energy Frontiers 2017

Na quarta edição do Brazil Energy Frontiers, conferência bienal do Instituto Acende Brasil, vimos que as fronteiras globais de evolução do Setor Elétrico já bateram à nossa porta. O modelo atual – fortemente centralizado, com segregação de mercados, com operação e precificação derivadas diretamente de modelos computacionais – que balizou o setor nas últimas décadas está sendo fortemente desafiado pela complexidade crescente tanto do lado da oferta quanto da demanda de energia. 

Mas, afinal, como deve ser redesenhado o mercado de energia elétrica?

Uma das visões de futuro sobre o tema foi trazida pelo Prof. Alfredo Garcia, da Universidade da Flórida, reconhecido como um dos expoentes acadêmicos globais no tratamento dessas questões. Ele foi o “keynote speaker internacional” no painel da tarde: “Uma visão para o futuro”.

Antes, porém, durante a manhã, foram avaliadas as perspectivas das mudanças regulatórias mais recentes, a partir da fala do Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia e de dois painéis de debates em que agentes dos setores de geração, distribuição, transmissão e comercialização de energia apresentaram suas opiniões sobre os riscos e oportunidades setoriais mais críticos. O nome do painel (“Da Prancheta para a Realidade”) revela o espírito do debate. 

A visão para o futuro que foi apresentada e debatida à tarde deu respostas adequadas aos desafios escrutinados no painel da manhã? 

Responder a essa questão foi o objetivo do Brazil Energy Frontiers 2017 que, a exemplo das edições anteriores, deverá ser lembrado como um fórum para discussão de fronteira sobre o futuro, cada vez mais presente, do setor elétrico brasileiro.

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Brazil Energy Frontiers 2015

A 3ª edição da conferência Brazil Energy Frontiers, realizada em 2015, retomou a discussão dos desafios de longo prazo que redefinirão as fronteiras do setor elétrico no Brasil e no mundo.

Seus três painéis foram:

Painel 1: “Política Energética: Expansão da Geração na Era Pós-Hidrelétrica”;

Keynote Speaker InternacionalJulian Critchlow (Bain & Company)

Keynote Speaker NacionalAltino Ventura Filho (MME)

Painel de Debate
Sérgio Valdir Bajay (Universidade Estadual de Campinas)
Ildo Sauer (Universidade de São Paulo)
José Luiz Alqueres
Alexandre Uhlig  (Instituto Acende Brasil)

PALESTRA MAGNA: Hugh Rudnick (Pontificia Universidad Catolica de Chile)

Painel 2: “Mercado de Energia: O Futuro dos Ambientes de Contratação Livre e Regulado”; 

Keynote Speaker InternacionalFrank Wolak (Stanford University)

Keynote Speaker NacionalRui Altieri (CCEE)

Painel de Debate
Christopher Vlavianos (Comerc)
Leonardo Nepomuceno (Universidade Estadual Paulista)
Paulo Born (Roland Berger)
Richard Lee Hochstetler  (Instituto Acende Brasil)

Painel 3: “Regulação Tarifária: Um Novo Regime para Uma Nova Realidade”

Keynote Speaker InternacionalMichael Pollitt (University of Cambridge)

Keynote Speaker NacionalTiago de Barros Correia (Aneel)

Painel de Debate
Francisco Anuatti Neto (Universidade de São Paulo)
Fernando Alvarez (Siglasul) 
Carlos Morosoli (Quantum)
Eduardo Müller Monteiro  (Instituto Acende Brasil)

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Brazil Energy Frontiers 2013

O setor de energia, no Brasil e no mundo, é marcado pela complexidade e pela alteração constante de suas bases institucionais, tecnológicas, econômicas, socioambientais e regulatórias.

A Conferência “Brazil Energy Frontiers 2013” tem o objetivo de construir cenários robustos para suportar as decisões empresariais, acadêmicas, governamentais e regulatórias que definirão as fronteiras do negócio “energia” nas próximas décadas.

Durante dois dias foram apresentadas e discutidas visões globais para o tema “O Setor Elétrico e as Novas Fronteiras Globais” ao longo de três dimensões estratégicas:

  • Tributos e encargos sobre a eletricidade: eficiência econômica e social

Keynote Speaker InternacionalJack Mintz (Universidade de Calgary)

Keynote Speaker NacionalBernard Appy (LCA Consultores)

Painel de Debate
Antonio Delfim Netto (FEA-USP)
Kiyoshi Harada (Harada Advogados Associados)
Rozane Siqueira (UFPE)
Eduardo Müller Monteiro (Instituto Acende Brasil)

  • Energia, comunidades locais e povos tradicionais: participação e inclusão

Keynote Speaker InternacionalKirsten-Maria Schapira-Felderhoff (Organização Internacional do Trabalho – OIT)

Keynote Speaker NacionalLuiz Ros (Banco Interamericano de Desenvolvimento)

Painel de Debate
Cassio Noronha Ingles de Sousa (Consultor Independente)
Francisco Romario Wojcicki (Ministério de Minas e Energia)
Mario Gisi (Ministério Público Federal)
Alexandre Uhlig (Instituto Acende Brasil)
Maria Janete Albuquerque de Carvalho (FUNAI)

  • Expansão da oferta de energia: planejamento e leilões

Keynote Speaker InternacionalPeter Cramton (Universidade de Maryland)

Keynote Speaker NacionalJosé Carlos de Miranda Farias (Empresa de Pesquisa Energética)

Painel de Debate
Erik Eduardo Rego (Excelência Energética)
Hermes Chipp (ONS) 
Luiz Barroso (PSR)
Richard Lee Hochstetler (Instituto Acende Brasil)

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Brazil Energy Frontiers 2011

O setor de energia, no Brasil e no mundo, é marcado pela complexidade e pela alteração constante de suas bases institucionais, tecnológicas, econômicas, socioambientais e regulatórias.

A Conferência e Exposição “Brazil Energy Frontiers 2011” tem o objetivo de construir cenários robustos para suportar as decisões empresariais, acadêmicas, governamentais e regulatórias que definirão as fronteiras do negócio “energia” nas próximas décadas.

Durante dois dias serão apresentadas e discutidas visões globais para o tema “O Setor Elétrico e as Novas Fronteiras Globais” ao longo de quatro dimensões estratégicas:

  • 1. Tendências Globais e Desafios Locais para a Expansão da Oferta

International Keynote SpeakerProf. Dr. Jeremy Rifkin

Local Keynote SpeakerProf. Dr. José Goldemberg

Painel de Debate: Eng. Amilcar Guerreiro (Diretor de estudos econômicos da EPE) e Prof. Dr. Sérgio Bajay (Unicamp) e Prof. Dr. Afonso Henriques Moreira Santos (Unifei) 

  • 2. Participação Estatal e Iniciativa Privada no Setor de Energia

International Keynote SpeakerChristopher Garman

Local Keynote SpeakerProf. Dr. Eduardo Gianetti

Painel de Debate: Profª Drª Virgínia Parente (USP), Prof. Dr. Bernardo Mueller (UnB) e Prof. Dr. José Márcio Camargo (PUC-RJ)

  • 3. Pessoas, Ecossistemas e Energia

International Keynote SpeakerChristopher Flavin

Local Keynote SpeakerProf. Dr. Roberto Schaeffer

Painel de Debate: Prof. Dr. Gilberto Jannuzzi (Unicamp), Prof. Dr. Ronaldo Serôa da Mota (IBMEC) e Eng. Pedro Bara Neto (WWF)

  • 4. Fronteiras na Regulação de Tarifas: Teoria e Prática

International Keynote SpeakerProf. Dr. Stephen Littlechild

Local Keynote SpeakerJosé Mário Abdo

Painel de Debate: Prof. Dr. José W. Marangon (Unifei), Prof. Dr. João Manuel Pinho de Mello (PUC-RJ) e Eng. Fernando Alvarez (Siglasul)

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